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"POLÍGRAFO 4.0" #Lição 7:Catequização contemporânea



Muita gente quando ouve a palavra catequizar sempre faz associação com as questões de ordem religiosa. De certa forma tal equívoco é compreensível, visto que este é também um dos significados que a mesma possui.

No entanto, moderna e atualmente, o sentido vai além da mera convenção sacra. Catequizar hoje em dia é algo muito abrangente, significando mesmo o ato de ensinar o catecismo, instruir em matéria religiosa; mas também indica o trato de convencer, de aliciar. Vista em suas últimas acepções, a coisa fica feia, apesar de rotineira. Pois de tudo se faz um verdadeiro teatro. O mundo contemporâneo está repleto de atores e atrizes em atuação permanente.

O grande elenco está presente em todas as áreas e campos (política, educação, saúde, religião, etc). Há sempre alguém tentando convencer, doutrinar os outros naquilo que lhe convém, que lhe interessa.

Na política, tentam nos convencer de que as coisas estão sempre perfeitas, aliciam-se eleitores por meio de práticas permanentes da compra de votos e contratações imorais e inconstitucionais. Na educação, o mérito vai para o departamento de maquiagem (pois ali se maquia!), na tentativa de convencer pais e alunos de que a educação é de qualidade. (não o é! Apesar das vultosas verbas recebidas). Na saúde, tenho visto pessoas irem a Teresina com dor de ouvido, e serem aliciadas a realizarem cirurgia de vesícula. Na religião ninguém mais se entende; pois os que se dizem cristãos, desconhecem por completo os dois únicos mandamentos do cristo.

Então, a coisa se processa da seguinte forma: catequizar para comprar, catequizar para vender, catequizar para votar, catequizar para elogiar, catequizar para dizer que é bom, catequizar para dizer que é ruim, catequizar, catequizar, catequizar...

Diante disso alguém que insista em não se deixar catequizar, ser doutrinado, aliciado, ou seja, alguém que tenta ver com os próprios olhos, que insiste em pensar por si mesmo, começa então a ser descredibilizado. Ter seus talentos sepultados pela escória medíocre que reconhece naquele que não se subordina, uma ameaça para a manutenção de seus privilégios.

Sou o polígrafo 4.0. Falo e escrevo com total liberdade e isenção de pensamento. Não faço oposição a fulano, beltrano ou cicrano em particular. Reconheço as falhas do caráter humano, sei que existem fantasmas diversos que afligem o espírito deste ser; entretanto não é possível ficar calado, ser convencido, aliciado, doutrinado a ser individualista em detrimento do social.

Sempre estarei apontando os defeitos e vícios que prejudicam o coletivo. Sou cidadão, e sei que se a coisa funciona bem ou não, há os responsáveis para isso. Sei que quem faz oposição por interesse individual não merece o menor respeito de ninguém. Estude, pesquise, preencha o cérebro de conhecimento e forme sua própria opinião, tenha seu próprio posicionamento. Não se deixe doutrinar nem por mim, nem por ninguém.

7 comentários:

  1. o maior culpado é o proprio povo que nao quer pensar, enquanto tiver tudo tranquilo pra ele tá bom

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  2. Que texto maravilhoso, que a verdade seja dita! muitas pessoas precisam ver isso, pena que elas mesmas não querem enchergar o verdadeiro sentido da coisa.

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  3. Eu espero realmente que esse poligrafo nao faça distinção de pessoas, pq o outro blog dizia a mesma coisa e hj ta do jeito que ta

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  4. até esse blog quer catequisar as pessoas, um pedras verdes se passando por pedra grande aqui, essa linha de escrita eu conheço muito bem, é o famoso morde e assopra.

    cabeça branca de cuia

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  5. Dono de blog é como político, ele começa falando mal da situação e quando vira poder faz a mesmas coisas. o dono desse blog e remanescente do pedras verdes. acorda povo burro.

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  6. O Polígrafo não mama nas tetas de nenhum governo, não depende de nenhum contrato e não tem a menor pretensão de ser rico. Assim sendo, é livre para demonstrar com respeito e verdade as nossas mazelas sociais e cotidianas.

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  7. Ainda não descobri quem é esse poligrafo ai

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