Muita gente quando ouve a palavra
catequizar sempre faz associação com as questões de ordem religiosa. De
certa forma tal equívoco é compreensível, visto que este é também um dos
significados que a mesma possui.
No entanto, moderna e
atualmente, o sentido vai além da mera convenção sacra. Catequizar hoje
em dia é algo muito abrangente, significando mesmo o ato de ensinar o
catecismo, instruir em matéria religiosa; mas também indica o trato de
convencer, de aliciar. Vista em suas últimas acepções, a coisa fica
feia, apesar de rotineira. Pois de tudo se faz um verdadeiro teatro. O
mundo contemporâneo está repleto de atores e atrizes em atuação
permanente.
O grande elenco está presente em todas as
áreas e campos (política, educação, saúde, religião, etc). Há sempre
alguém tentando convencer, doutrinar os outros naquilo que lhe convém,
que lhe interessa.
Na política, tentam nos convencer
de que as coisas estão sempre perfeitas, aliciam-se eleitores por meio
de práticas permanentes da compra de votos e contratações imorais e
inconstitucionais. Na educação, o mérito vai para o departamento de
maquiagem (pois ali se maquia!), na tentativa de convencer pais e alunos
de que a educação é de qualidade. (não o é! Apesar das vultosas verbas
recebidas). Na saúde, tenho visto pessoas irem a Teresina com dor de
ouvido, e serem aliciadas a realizarem cirurgia de vesícula. Na religião
ninguém mais se entende; pois os que se dizem cristãos, desconhecem por
completo os dois únicos mandamentos do cristo.
Então,
a coisa se processa da seguinte forma: catequizar para comprar,
catequizar para vender, catequizar para votar, catequizar para elogiar,
catequizar para dizer que é bom, catequizar para dizer que é ruim,
catequizar, catequizar, catequizar...
Diante disso
alguém que insista em não se deixar catequizar, ser doutrinado,
aliciado, ou seja, alguém que tenta ver com os próprios olhos, que
insiste em pensar por si mesmo, começa então a ser descredibilizado. Ter
seus talentos sepultados pela escória medíocre que reconhece naquele
que não se subordina, uma ameaça para a manutenção de seus privilégios.
Sou
o polígrafo 4.0. Falo e escrevo com total liberdade e isenção de
pensamento. Não faço oposição a fulano, beltrano ou cicrano em
particular. Reconheço as falhas do caráter humano, sei que existem
fantasmas diversos que afligem o espírito deste ser; entretanto não é
possível ficar calado, ser convencido, aliciado, doutrinado a ser
individualista em detrimento do social.
Sempre estarei
apontando os defeitos e vícios que prejudicam o coletivo. Sou cidadão, e
sei que se a coisa funciona bem ou não, há os responsáveis para isso.
Sei que quem faz oposição por interesse individual não merece o menor
respeito de ninguém. Estude, pesquise, preencha o cérebro de
conhecimento e forme sua própria opinião, tenha seu próprio
posicionamento. Não se deixe doutrinar nem por mim, nem por ninguém.

o maior culpado é o proprio povo que nao quer pensar, enquanto tiver tudo tranquilo pra ele tá bom
ResponderExcluirQue texto maravilhoso, que a verdade seja dita! muitas pessoas precisam ver isso, pena que elas mesmas não querem enchergar o verdadeiro sentido da coisa.
ResponderExcluirEu espero realmente que esse poligrafo nao faça distinção de pessoas, pq o outro blog dizia a mesma coisa e hj ta do jeito que ta
ResponderExcluiraté esse blog quer catequisar as pessoas, um pedras verdes se passando por pedra grande aqui, essa linha de escrita eu conheço muito bem, é o famoso morde e assopra.
ResponderExcluircabeça branca de cuia
Dono de blog é como político, ele começa falando mal da situação e quando vira poder faz a mesmas coisas. o dono desse blog e remanescente do pedras verdes. acorda povo burro.
ResponderExcluirO Polígrafo não mama nas tetas de nenhum governo, não depende de nenhum contrato e não tem a menor pretensão de ser rico. Assim sendo, é livre para demonstrar com respeito e verdade as nossas mazelas sociais e cotidianas.
ResponderExcluirAinda não descobri quem é esse poligrafo ai
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