A manhã do dia 26 irá ficar marcada na história de Pedreiras e Trizidela do Vale, tudo isso, devido ao manifesto protagonizado pelo Ministério Público de Pedreiras. De forma sincera e realista o manifesto assumiu ares de dever cumprido, de que independente do poder político dominante. A população tem com quem contar, e que o MP de Pedreiras está disposto a defender, com todas as suas atribuições, a população em geral.
O evento iniciou na Praça da Sucam, com pronunciamentos de vários militantes da defesa pública, entre eles, o ex-secretário de Cultura Wescley Brito, a Presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais Ana Roberta, o ex-secretário da Juventude Rogério do PT, o Advogado Dr. Ed, entre outros nomes, manifestaram-se a fim de alertar a população aos atos públicos abusivos decididos recentemente, e também à atuação do MP frente a essas decisões.
As promotoras de Pedreiras, Sandra Soares de Pontes e Lana Cristina Barros Pessoa, foram às anfitriãs e na ocasião receberam, entre outras autoridades, o Vice-Governador Washington Luíz, esse se manifestou contra o PEC da Impunidade.
Dando continuidade, o evento se estendeu até o auditório da Mearim Motos, onde o mestre de cerimônia Samuel Barreto, anunciou os componentes da mesa e conduziu a ordem das falas.
Entre outros momentos estonteantes, tivemos o pronunciamento do atual prefeito de Trizidela do Vale Fred Maia, que não perdeu a oportunidade de vender seu peixe, evidenciou suas realizações e destacou como positiva sua atuação frente ao poder executivo de Trizidela. Em sua fala, Fred Maia ainda se manifestou em detrimento ao então prefeito de Pedreiras, articulando que esse, deveria conhecer a real situação do município, e que uma equipe competente o ajudaria bastante. O mesmo, foi bastante aplaudido quando em um tom forte declarou que o poder de um gestor termina no momento que começa o da Justiça.
O Vice-Governador Washington Luíz, teve que se pronunciar de forma rápida, pois o mesmo havia outros compromissos a cumprir, porém, destacou a questão da impunidade e os atos do MP em defesa da população. Pronunciou-se O promotor Edilson Santana de Sousa, que na oportunidade destacou que o serviço público tem que ser uma representação social e não exclusivamente deverá se limitar as questões partidárias. .
A promotora Sandra Soares de Pontes postou-se de forma firme e decidida a lutar pela causa pública. Em seu discurso a mesma afirmou que o seu compromisso é de lutar em prol da justiça. Agradeceu ainda, pela mobilização que a sociedade a propiciou em favor dela e do MP.
Em suma, outros representantes de várias classes também se pronunciaram, evidenciando a importância do MP como essencial ao bom relacionamento, administrativo e população.
O movimento realizado pela sociedade e também pelo MP, teve como objetivo o apoio a Promotora Sandra Pontes pelas suas ações, e também, uma forma de dizer não a PEC 37 que busca limitar o poder do MP e suas decisões.
Considerando os fatos apresentados, surge uma dúvida inquietante, questiono-me o fato do movimento contra a PEC 37, a qual busca restringir o poder de atuação do MP, limitando assim, a participação, abrangência e interferências em atos administrativos, não seria uma boa aos políticos que não compareceram ao movimento, uma vez que, as principais autoridades administrativas municipais deveriam estar presentes, lutando frente a essa manifestação. Ou seria mais conveniente abster-se de tal ato?
O evento iniciou na Praça da Sucam, com pronunciamentos de vários militantes da defesa pública, entre eles, o ex-secretário de Cultura Wescley Brito, a Presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais Ana Roberta, o ex-secretário da Juventude Rogério do PT, o Advogado Dr. Ed, entre outros nomes, manifestaram-se a fim de alertar a população aos atos públicos abusivos decididos recentemente, e também à atuação do MP frente a essas decisões.
As promotoras de Pedreiras, Sandra Soares de Pontes e Lana Cristina Barros Pessoa, foram às anfitriãs e na ocasião receberam, entre outras autoridades, o Vice-Governador Washington Luíz, esse se manifestou contra o PEC da Impunidade.
Dando continuidade, o evento se estendeu até o auditório da Mearim Motos, onde o mestre de cerimônia Samuel Barreto, anunciou os componentes da mesa e conduziu a ordem das falas.
Entre outros momentos estonteantes, tivemos o pronunciamento do atual prefeito de Trizidela do Vale Fred Maia, que não perdeu a oportunidade de vender seu peixe, evidenciou suas realizações e destacou como positiva sua atuação frente ao poder executivo de Trizidela. Em sua fala, Fred Maia ainda se manifestou em detrimento ao então prefeito de Pedreiras, articulando que esse, deveria conhecer a real situação do município, e que uma equipe competente o ajudaria bastante. O mesmo, foi bastante aplaudido quando em um tom forte declarou que o poder de um gestor termina no momento que começa o da Justiça.
O Vice-Governador Washington Luíz, teve que se pronunciar de forma rápida, pois o mesmo havia outros compromissos a cumprir, porém, destacou a questão da impunidade e os atos do MP em defesa da população. Pronunciou-se O promotor Edilson Santana de Sousa, que na oportunidade destacou que o serviço público tem que ser uma representação social e não exclusivamente deverá se limitar as questões partidárias. .
A promotora Sandra Soares de Pontes postou-se de forma firme e decidida a lutar pela causa pública. Em seu discurso a mesma afirmou que o seu compromisso é de lutar em prol da justiça. Agradeceu ainda, pela mobilização que a sociedade a propiciou em favor dela e do MP.
Em suma, outros representantes de várias classes também se pronunciaram, evidenciando a importância do MP como essencial ao bom relacionamento, administrativo e população.
O movimento realizado pela sociedade e também pelo MP, teve como objetivo o apoio a Promotora Sandra Pontes pelas suas ações, e também, uma forma de dizer não a PEC 37 que busca limitar o poder do MP e suas decisões.
Considerando os fatos apresentados, surge uma dúvida inquietante, questiono-me o fato do movimento contra a PEC 37, a qual busca restringir o poder de atuação do MP, limitando assim, a participação, abrangência e interferências em atos administrativos, não seria uma boa aos políticos que não compareceram ao movimento, uma vez que, as principais autoridades administrativas municipais deveriam estar presentes, lutando frente a essa manifestação. Ou seria mais conveniente abster-se de tal ato?
























Mas uma vez a atual administração está tentando passar a perna no povo, tentando aprovar leis sem que a oposição na Câmara de vereadores seja convocada. Fica de olho meu pôvo, fica de olho Dra.Sandra!
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